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BIOGRAFIA

O guitarrista Fulvio Oliveira teve seus primeiros contatos com o violão aos 9 anos quando começou a frequentar aulas particulares.

Aos 11 anos, com a guitarra elétrica, já ouvia as bandas de rock como Iron Maiden, AC/DC, Black Sabbath, Deep Purple, Led Zeppelin e outras bandas dos anos 70, de onde tirava os primeiros acordes e riffs. Como não havia aulas do instrumento e nem material disponível para estudar, os discos de vinil eram a maior fonte de aprendizado. Reunia-se com uns amigos para ensaiar com a sua primeira banda. Aos quinze anos veio o interesse por outra sonoridade, o Blues, Stevie Ray Vaughan, Johnny Winter e Jeff Beck agora eram os mais ouvidos pelo músico junto com o rock instrumental de Joe Satriani e Steve Vai. Sob essa influência, Fulvio montou seu primeiro Trio, formação preferida pelo guitarrista.

Ele começou a participar de alguns festivais de bandas e bares na região, onde destacava-se pela pouca idade e um "som de guitarra" que já agradava os amantes do estilo.

Aos dezenove anos, após concluir a Faculdade de Matemática, o músico cujo repertório foi adquirido como autodidata, muda-se para capital paulista para estudar Harmonia e Improvisação. Nesse momento Fulvio se aprofunda no Jazz de John Coltrane, Miles Davis, Joe Henderson, George Benson e Pat Metheny. Agora dedicando-se em tempo integral à música.

Em dois anos finalizou os estudos com os maiores nomes da guitarra instrumental como Mozart Melo e Djalma Lima e deu início a outra fase de sua carreira dando aulas e "gigs" de Jazz, Blues e Rock.

No fim dos anos 90, juntamente com o baixista Cristiano Stellin, monta a Banda Arquivo Blues, onde pode "usar" elementos do Jazz, Rock, Blues em novas versões de músicas de SRV, Beck, Hendrix e outros clássicos.

No decorrer da carreira participou como guitarrista sideman e participações de gravações , como nos discos "Sambatuque" e "New Bossa" do baterista Sallaberry, entre outros trabalhos.

Em 2011 junta se ao baterista Kezo e ao baixista Adriano Paternostro para uma fusão de jazz e rock "Chicken Killers", que tocava clássicos como Day Tripper em versões inovadoras.

Depois de anos de estrada com a Banda Arquivo Blues, o guitarrista Fulvio Oliveira apresenta seu projeto solo. Acompanhado pelos músicos Kezo Nogueira (bateria), Cristiano Stellin (baixo) e o pianista Adriano Grineberg, o quarteto registra sete músicas.

O CD tem uma sonoridade bem "vintage", com timbres e efeitos que remetem aos discos dos anos setenta, como os Fender Rhodes tocados por Adriano e os Fuzz e Wah nos solos de guitarra de Fulvio. O resultado da gravação cria a mesma sensação de se estar em um show com momentos de frenesi e outros de muito feeling nos improvisos da guitarra, do piano e na "vibe" que o quarteto atingiu com esse processo.

Com o amigo Kezo Nogueira, baterista e compositor com quem gravou o primeiro disco de sua carreira "Fulvio Oliveira and The Wild Blues Band", começou a amadurecer a ideia de gravar um disco de jazz onde predomina o improviso e a liberdade de "tocar".

Completando o trio, entra Sam Yahel, um dos maiores nomes do Jazz internacional na atualidade. Renomado músico de Nova York que trabalhou com grandes nomes como Joshua Redman, Norah Jones e tantos outros, Sam se interessou pelas composições, o som da guitarra e a novidade de gravar um disco com sonoridade moderna que mistura Jazz e Grooves com muitos improvisos e a sonoridade única do Hammond.

O disco, gravado parte no Brasil e parte em New York, mostra o guitarrista Fúlvio Oliveira num formato de Jazz Trio, em "temas" com muita fluência em seus fraseados, tocando sete músicas autorais capazes de inspirar desde os admiradores do Jazz tradicional até os fãs de Fusion.

DISCOS